Fantasmas semióticos e outros agradecimentos protocolares

# Agradecimentos
Mário-Henrique Leiria. O Velho desta história não é outro senão ele. Ou melhor, parafraseando o cyberpunk Bruce Sterling, o Velho é o seu exacto fantasma semiótico. Como dele são também boa parte dos nomes das personagens. Sobretudo os menos vulgares. E não foi por acaso. Nada é nunca por acaso. As coincidências têm causas matemáticas deveras curiosas. Era o que ele dizia. E eu subscrevo.

 # Agradecimentos protocolares
Ministério da Cultura. Em 1997 ganhei uma Bolsa de Criação Literária para escrever este livro. Ao fim de três meses percebi que a coisa não estava a correr como previsto. Escrevi outro, chamei-lhe Fados & Desgarrados e consegui – ao fim de vários anos, duas versões e uma dúzia de recusas – editá-lo com relativo sucesso. Sem o Ministério da Cultura e o caloroso apoio do contribuinte anónimo nunca teria escrito, nem um, nem outro. O contribuinte anónimo deve, portanto, sentir-se duplamente ressarcido pelo seu investimento na minha carreira literária. Com a mesma bolsa acabei por escrever um e adiantar outro. Poderá obstar que este peca por tardio. Pois é verdade, mas já lá diz o povo \\ Mais vale tarde do que nunca. Com a vantagem de, agora, o poder ler à borla. Caso o tivesse concluído e editado na altura, o contribuinte anónimo teria de o comprar em papel. Isto se o quisesse ler. O que, naturalmente, não é líquido. Nem nada que se pareça.

# Abraços
Ao Viriato Teles, homem com Agá e paciência infinita, que me ajudou, pela calada da noite, a montar este saite.
Ao José Couto Nogueira, cosmopolita impenitente, em cuja e saudosa alface-voadora.pt saiu, inacabada, a primeira versão deste folhetim electrónico, então com o nome de Os Suspensos.
À Liberdade. Não dá lucro, mas dá-nos muita tesão.

# Tecnologias praticamente limpas
Sony M-750 V, Macintosh Classic, Mac LC, iMac 7.0, iBook Graphite, eMac G4, iMac G5, MacBook Pro